VOU GUARDANDO TUDO QUE ENCONTRO

É BOM PODER ACHAR E GUARDAR TANTA

COISA INTERESSANTE QUE VEMOS NA

INTERNET























































terça-feira, 23 de novembro de 2010

A FLOR DO MARACUJÁ CATULO DA PAIXÃO CEARENSE

                                                           CATULO DA PAIXÃO CEARENSE  - VÔ TIÃO GOSTAVA MUITO DESSE POETA. UM DIA PEDIU PARA A MINHA IRMÃ TOCAR UMA MUSICA DELE, E ELA NEM SABIA DO QUE SE TRATAVA(ELA TINHA UNS 12 ANOS E TOCAVA PIANO), ACHOU QUE FOSSE UMA MUSICA MUITO FEIA!!!!SÓ DEPOIS DE ALGUNS ANOS QUE CONHECEU SUAS OBRAS E SE ENCANTOU. VIU QUE NÃO TINHA NADA DE FEIO, APENAS O NOME DELE QUE ERA ESQUISITO.
PARA NÃO COMETERMOS ESSE MESMO ERRO VAMOS SABER QUEM FOI CATULO DA PAIXÃO CEARENSE:
Poeta brasileiro nascido em São Luís, Estado do Maranhão, cujas letras exprimiram a ingenuidade e pureza do caboclo, cativando a sensibilidade do povo, pioneiro do Nordeste a ter uma letra sua gravada em disco. Filho do ourives Amâncio José da Paixão Cearense e de Maria Celestina Braga, aos dez anos mudou-se com os pais, para a fazenda dos avós paternos, no sertão cearense. Assim passou parte da infância no sertão do Ceará e ainda jovem transferiu-se para o Rio de Janeiro (1880), onde se tornou conhecido como seresteiro. Escreveu letras para modinhas, choros e canções de autores célebres da época, como Anacleto de Medeiros e Ernesto Nazaré. Sua letra mais famosa foi para Luar do sertão, modinha de João Teixeira Guimarães, o João Pernambuco, que se tornaria um clássico da música popular. Entrou definitivamente para os anais da música brasileira ao trazer o violão das rodas de seresteiros para os conservatórios de música (1908), quando a convite do Maestro Alberto Nepomuceno, fez um recital de violão no templo da música erudita de tradição européia no Brasil e foi aplaudido de pé. Entre seus livros de poemas, cabe citar Meu Sertão (1918), Sertão em flor (1919), Mata iluminada (1928) e Alma do sertão (1928). Outras canções suas de sucesso foram Ontem ao luar e Tu passaste por este jardim e sua obra musical foi reunida numa coletânea publicada para violão solo (1963). Morreu empobrecido em Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro, mas seu cancioneiro levou Mário de Andrade a classificar o autor como o maior criador de imagens da poesia brasileira.
TEXTO RETIRADO DO SITE DE BIOGRAFIAS - NETSABER

Nenhum comentário:

Postar um comentário